Festa de confraternização: um bom momento para investir nos profissionais
30 de novembro de 2009 às 00:08
Sabe aquela festa de confraternização da empresa que sempre acontece ao final do ano? Saiba que é um ótimo momento para investir nos profissionais.
Às vezes, os funcionários ficam desmotivados e não rendem tanto em suas tarefas. Com a festa de confraternização, além de sair do cotidiano, a equipe é integrada e o rendimento e o ambiente de trabalho melhoram.
Pode-se aproveitar o momento de diversão para provocar a reflexão dos funcionários sobre a importância de gerar benefícios consistentes e contínuos para o seu desempenho e o da empresa.
A festa
Segundo o diretor da consultoria de treinamento Trilha do Sucesso, Carlos Rosa, por meio de brincadeiras, é possível estimular um funcionário a rever sua postura e o seu papel na organização.
"Podemos propor um quiz. Fazemos perguntas aleatórias sobre história, geografia, curiosidades, etc. Quando percebemos que as pessoas já estão envolvidas e descontraídas, levantamos questões que têm a ver com o momento da empresa e com o papel dos colaboradores dentro daquele universo", disse Rosa.
A empresa, além de promover integração entre os funcionários, vai obter planos para melhorar o clima organizacional.
Por Equipe InfoMoney - InfoMoneyA-A+
http://www.administradores.com.br
sábado, 5 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Cliente By Evidence em foco
Boteco Ferraz
Rua Mario Ferraz - esquina com a Tabapuã - Itaim - São Paulo - SP
Tel: (11) 3079-4589
Atendimento do bar é inspirado nos botecos dos anos 50. Pratos clássicos da gastronomia de boteco dividem o cardápio com receitas exclusivas de Zé Maria Meira e Fernanda Cestari
Sob o comando dos mesmos donos do Bar Aurora, a casa tem inspiração na boemia e nos botequins dos anos 50. Os 90 lugares estão divididos em dois ambientes conjugados por um mezanino e um DJ será presença garantida trazendo as novidades da música.
Para beber o Boteco Ferraz oferece uma extensa variedade de destilados, clube do whisky e da vodka, drinks e cocktails consagrados, uma sofisticada carta de vinhos, e as grandes atrações da casa: os chopps Sol, Heineken e Xingu.
Com pratos clássicos da baixa gastronomia, ou gastronomia de boteco, o cardápio do boteco Ferraz traz variadas opções criadas harmoniosamente pelo chef Zé Maria Meira e sua sócia Fernanda Cestari.
Além disso, “Comidinhas do Ferraz” é a parte do cardápio que abriga dez pratos especiais completos. Picadinho de cordeiro, com ovo pochê, farofa de banana, arroz e feijão preto, PF Chique de filet com tutu de feijão preto, couve, farofa de arroz e ovos mexidos, e o Polpettone com salada de rúcula, arroz e fatias de pão, são algumas das novidades.
Entre as porções, a Lingüiça de provolone na cachaça, a Polenta com calabresa e a Mandioca frita com carne seca são ótimas para acompanhar a grande variedade de drinks da casa.
Há ainda os tradicionais grelhados e uma variedade de caldos. Aos sábados, a tradicional Feijoada embala a conversa até o entardecer.
Fonte:
http://www.seurestaurante.com.br
Rua Mario Ferraz - esquina com a Tabapuã - Itaim - São Paulo - SP
Tel: (11) 3079-4589
Atendimento do bar é inspirado nos botecos dos anos 50. Pratos clássicos da gastronomia de boteco dividem o cardápio com receitas exclusivas de Zé Maria Meira e Fernanda Cestari
Sob o comando dos mesmos donos do Bar Aurora, a casa tem inspiração na boemia e nos botequins dos anos 50. Os 90 lugares estão divididos em dois ambientes conjugados por um mezanino e um DJ será presença garantida trazendo as novidades da música.
Para beber o Boteco Ferraz oferece uma extensa variedade de destilados, clube do whisky e da vodka, drinks e cocktails consagrados, uma sofisticada carta de vinhos, e as grandes atrações da casa: os chopps Sol, Heineken e Xingu.
Com pratos clássicos da baixa gastronomia, ou gastronomia de boteco, o cardápio do boteco Ferraz traz variadas opções criadas harmoniosamente pelo chef Zé Maria Meira e sua sócia Fernanda Cestari.
Além disso, “Comidinhas do Ferraz” é a parte do cardápio que abriga dez pratos especiais completos. Picadinho de cordeiro, com ovo pochê, farofa de banana, arroz e feijão preto, PF Chique de filet com tutu de feijão preto, couve, farofa de arroz e ovos mexidos, e o Polpettone com salada de rúcula, arroz e fatias de pão, são algumas das novidades.
Entre as porções, a Lingüiça de provolone na cachaça, a Polenta com calabresa e a Mandioca frita com carne seca são ótimas para acompanhar a grande variedade de drinks da casa.
Há ainda os tradicionais grelhados e uma variedade de caldos. Aos sábados, a tradicional Feijoada embala a conversa até o entardecer.
Fonte:
http://www.seurestaurante.com.br
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Os 10 Mandamentos do Chope
01 Nunca beba ou sirva em copo de plástico. O copo deve ser de cristal com as paredes finas e lisas, devidamente lavado com sabão neutro.
02 Jamais aceite chope com temperatura superior a 8 ºC, o que interfere negativamente em seu sabor.
03 Seja rápido no consumo. Não deixe a bebida esquentando em cima da mesa.
04 Devolva o copo ao garçom se o chope vier sem colarinho, ou com menos de dois dedos de espuma. Ele é fundamental para manter as características de aroma e paladar da bebida.
05 Não cometa a heresia de adicionar Steinhagger, groselha, limão, sal ou qualquer outro produto ao chope. Deve ser bebido puro.
06 Consuma a bebida em no menor prazo possível após a data de fabricação.
07 Os barris não devem chacoalhar muito no trajeto de caminhão até o bar e devem ser sempre mantidos a temperaturas entre 0º e 5º Celsius.
08 Peça sempre um tira-gosto para acompanhar. Petiscos retardam a embriaguez e evitam enjôos, embora engordem.
09 Conquiste a amizade do "Tirador" de chope. Ele é o maior responsável por sua qualidade.
10 Procure não beber sozinho e, como conseqüência, não beba sem brindar.
Fonte:
http://www.cristalchopp.com.br/curiosidades_mandamentos.asp
02 Jamais aceite chope com temperatura superior a 8 ºC, o que interfere negativamente em seu sabor.
03 Seja rápido no consumo. Não deixe a bebida esquentando em cima da mesa.
04 Devolva o copo ao garçom se o chope vier sem colarinho, ou com menos de dois dedos de espuma. Ele é fundamental para manter as características de aroma e paladar da bebida.
05 Não cometa a heresia de adicionar Steinhagger, groselha, limão, sal ou qualquer outro produto ao chope. Deve ser bebido puro.
06 Consuma a bebida em no menor prazo possível após a data de fabricação.
07 Os barris não devem chacoalhar muito no trajeto de caminhão até o bar e devem ser sempre mantidos a temperaturas entre 0º e 5º Celsius.
08 Peça sempre um tira-gosto para acompanhar. Petiscos retardam a embriaguez e evitam enjôos, embora engordem.
09 Conquiste a amizade do "Tirador" de chope. Ele é o maior responsável por sua qualidade.
10 Procure não beber sozinho e, como conseqüência, não beba sem brindar.
Fonte:
http://www.cristalchopp.com.br/curiosidades_mandamentos.asp
domingo, 29 de novembro de 2009
Curiosidades - História do Chope
Acredita-se que a cerveja exista há pelo menos 6000 anos. Data aproximada da mais antiga referência de sua fabricação: o Monumento Azul. Um baixo relevo feito em pedra, que mostra como os sumérios produziam cerveja para oferecer à sua deusa "Nina". Encontrado no Oriente Médio, hoje ele está em exposição no Museu do Louvre, em Paris.
Além dos sumérios, assírios e babilônios, os chineses, gregos, romanos e egípcios também foram grandes cervejeiros.
A cervejaria mais antiga que se conhece foi descoberta recentemente por arqueólogos no Egito. Ela data de 5400 anos a. C. e produzia vários tipos de cerveja. Como por exemplo, a "cerveja dos notáveis" e a "cerveja de Tebas".
A cerveja produzida naquela época era bem diferente da de hoje em dia. Era escura, forte e muitas vezes substituía a água, sujeita a todos os tipos de contaminação, causando diversas doenças à população.
Mas a base do produto, a cevada fermentada, era a mesma. Ela já fazia parte do cardápio da humanidade desde o começo das primeiras civilizações mesopotâmicas.
Na Idade Média, a cerveja passou a ser produzida nos mosteiros e foram os monges católicos que deram a ela o aroma e o sabor que conhecemos hoje.
A primeira regulamentação do processo de fabricação de cerveja ocorreu na Baviera em 1516, pelo Duque Guilherme IV. Foi ele que decretou a Lei da Pureza, a mais antiga e conhecida do mundo. Essa lei determina que os ingredientes que podem ser usados na fabricação de cerveja são: cevada, lúpulo e água. A levedura de cerveja ainda não era conhecida na época e, somente mais tarde, foi incluída na lei.
Louis Pasteur foi responsável por uma revolução na indústria da cerveja. Seus estudos publicados em 1876, sobre fermentação de microorganismos, resultaram na pasteurização, uma técnica bastante utilizada na fabricação da cerveja, pois permite o transporte à grande distância e maior durabilidade do produto.
Em Pilsen, uma cidadezinha da República Tcheca, os cervejeiros deram outra contribuição fundamental com a descoberta da baixa fermentação, em 1839. Depois dela, a cerveja passou a ter uma cor clara, um sabor mais suave e uma maior duração para o consumo. A novidade trouxe uma importante mudança no hábito de tomar cerveja: as canecas de cerâmica foram substituídas por copos de vidro transparentes que permitiam ver o belo líquido dourado com sua espuma.
Outra descoberta tecnológica importantíssima para a indústria da cerveja foi a teoria da geração de frio artificial, com máquinas frigoríficas a base de amônia, por Carl Von Linde. Isso possibilitou que a produção da cerveja fosse feita em qualquer época do ano, pois antigamente só era possível controlar as temperaturas de fermentação e maturação no inverno.
A partir do século XIX, os cientistas tiveram um importante papel no melhoramento da qualidade da cerveja. Os cervejeiros passaram a ter, cada vez mais, a assistência de técnicos para melhorar seus equipamentos. Daí o aperfeiçoamento das cervejarias não parou mais.
No Brasil, a primeira aparição da cerveja foi no século XIX, época do reinado de D. João VI. Nesse tempo ela era importada da Inglaterra. Só no final do mesmo século é que surgem as primeiras cervejarias brasileiras.
No século XX, com a industrialização e comercialização em grande escala, a indústria cervejeira brasileira cresce e se fortalece.
Qualquer chopp, claro ou escuro, deve fazer espuma. O ideal é que o "colarinho" do chopp tenha a altura de três dedos.
Os copos de vidro de espessura fina ou de cristal são os ideais para o consumo de chopp. Eles mantém as características de sabor e textura do chopp.
Fonte:
Chopp, Churrasco & Cia.
http://www.cristalchopp.com.br/curiosidades_historia.asp
Além dos sumérios, assírios e babilônios, os chineses, gregos, romanos e egípcios também foram grandes cervejeiros.
A cervejaria mais antiga que se conhece foi descoberta recentemente por arqueólogos no Egito. Ela data de 5400 anos a. C. e produzia vários tipos de cerveja. Como por exemplo, a "cerveja dos notáveis" e a "cerveja de Tebas".
A cerveja produzida naquela época era bem diferente da de hoje em dia. Era escura, forte e muitas vezes substituía a água, sujeita a todos os tipos de contaminação, causando diversas doenças à população.
Mas a base do produto, a cevada fermentada, era a mesma. Ela já fazia parte do cardápio da humanidade desde o começo das primeiras civilizações mesopotâmicas.
Na Idade Média, a cerveja passou a ser produzida nos mosteiros e foram os monges católicos que deram a ela o aroma e o sabor que conhecemos hoje.
A primeira regulamentação do processo de fabricação de cerveja ocorreu na Baviera em 1516, pelo Duque Guilherme IV. Foi ele que decretou a Lei da Pureza, a mais antiga e conhecida do mundo. Essa lei determina que os ingredientes que podem ser usados na fabricação de cerveja são: cevada, lúpulo e água. A levedura de cerveja ainda não era conhecida na época e, somente mais tarde, foi incluída na lei.
Louis Pasteur foi responsável por uma revolução na indústria da cerveja. Seus estudos publicados em 1876, sobre fermentação de microorganismos, resultaram na pasteurização, uma técnica bastante utilizada na fabricação da cerveja, pois permite o transporte à grande distância e maior durabilidade do produto.
Em Pilsen, uma cidadezinha da República Tcheca, os cervejeiros deram outra contribuição fundamental com a descoberta da baixa fermentação, em 1839. Depois dela, a cerveja passou a ter uma cor clara, um sabor mais suave e uma maior duração para o consumo. A novidade trouxe uma importante mudança no hábito de tomar cerveja: as canecas de cerâmica foram substituídas por copos de vidro transparentes que permitiam ver o belo líquido dourado com sua espuma.
Outra descoberta tecnológica importantíssima para a indústria da cerveja foi a teoria da geração de frio artificial, com máquinas frigoríficas a base de amônia, por Carl Von Linde. Isso possibilitou que a produção da cerveja fosse feita em qualquer época do ano, pois antigamente só era possível controlar as temperaturas de fermentação e maturação no inverno.
A partir do século XIX, os cientistas tiveram um importante papel no melhoramento da qualidade da cerveja. Os cervejeiros passaram a ter, cada vez mais, a assistência de técnicos para melhorar seus equipamentos. Daí o aperfeiçoamento das cervejarias não parou mais.
No Brasil, a primeira aparição da cerveja foi no século XIX, época do reinado de D. João VI. Nesse tempo ela era importada da Inglaterra. Só no final do mesmo século é que surgem as primeiras cervejarias brasileiras.
No século XX, com a industrialização e comercialização em grande escala, a indústria cervejeira brasileira cresce e se fortalece.
Qualquer chopp, claro ou escuro, deve fazer espuma. O ideal é que o "colarinho" do chopp tenha a altura de três dedos.
Os copos de vidro de espessura fina ou de cristal são os ideais para o consumo de chopp. Eles mantém as características de sabor e textura do chopp.
Fonte:
Chopp, Churrasco & Cia.
http://www.cristalchopp.com.br/curiosidades_historia.asp
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sábado, 28 de novembro de 2009
"SAIAS PARA COPOS" - A mídia alternativa do futuro...
O que é mídia alternativa?
A mídia alternativa a rigor não existe. O conceito foi criado na segunda metade do século XX para se nomear os canais ou veículos de comunicação não tradicionais, ou seja, canais de divulgação sem conteúdo editorial, apenas com viés comercial. Nessa perspectiva tudo que não fosse jornal, revista, rádio ou televisão passou a ser denominado de mídia alternativa, conotação que infelizmente tornou-se depreciativa por conta de um consenso ( baseado em pesquisas não conclusivas) no sentido de que essas formas de mídia eram apenas complementares. Cunhou-se até a expressão “mídia básica” para caracterizar que às “mídias alternativas” cabia, apenas, o refugo da verba publicitária.
Tinha sentido essa descriminação no contexto de época. Já que o marketing recomendava a mídia de massa como a melhor estratégia. As grandes empresas não cogitavam ainda “targets” específicos, o seu público alvo era a massa como um todo e, nessa perspectiva, é claro que nenhuma mídia alternativa cumpria esse objetivo. Então mídia alternativa passou a ser, também, sinônimo de pequenas audiências ou de índices de leitura limitados. De modo que veículos tradicionais como o jornal, porém segmentados (de bairro, culturais, políticos, de reparação, etc) passaram a ser considerados também alternativos.
O conceito de comunicação integrada e a expansão do mix do marketing tradicional resgatou o valor da mídia alternativa, mas não lhe tirou o rótulo pela impossibilidade prática de se nomear pelo menos uma centena de opções de mídia, paralelo às quatro tradicionais aqui referidas. O fato é que hoje algumas mídias alternativas atingem milhões de pessoas, a exemplo das listas telefônicas ou do outdoor, concorrendo de igual para igual, no critério audiência ou índices de leitura, com os grandes jornais e até emissoras de televisão vice-líderes. E algumas delas são mídias básicas em campanhas específicas, atingindo o seu público alvo com eficiência, prescindindo por estratégia e custos, ou pelas duas opções, das mídias tradicionais.
Texto de Nelson Varón Cadena
www.almanaquedacomunicacao.com.br
A mídia alternativa a rigor não existe. O conceito foi criado na segunda metade do século XX para se nomear os canais ou veículos de comunicação não tradicionais, ou seja, canais de divulgação sem conteúdo editorial, apenas com viés comercial. Nessa perspectiva tudo que não fosse jornal, revista, rádio ou televisão passou a ser denominado de mídia alternativa, conotação que infelizmente tornou-se depreciativa por conta de um consenso ( baseado em pesquisas não conclusivas) no sentido de que essas formas de mídia eram apenas complementares. Cunhou-se até a expressão “mídia básica” para caracterizar que às “mídias alternativas” cabia, apenas, o refugo da verba publicitária.
Tinha sentido essa descriminação no contexto de época. Já que o marketing recomendava a mídia de massa como a melhor estratégia. As grandes empresas não cogitavam ainda “targets” específicos, o seu público alvo era a massa como um todo e, nessa perspectiva, é claro que nenhuma mídia alternativa cumpria esse objetivo. Então mídia alternativa passou a ser, também, sinônimo de pequenas audiências ou de índices de leitura limitados. De modo que veículos tradicionais como o jornal, porém segmentados (de bairro, culturais, políticos, de reparação, etc) passaram a ser considerados também alternativos.
O conceito de comunicação integrada e a expansão do mix do marketing tradicional resgatou o valor da mídia alternativa, mas não lhe tirou o rótulo pela impossibilidade prática de se nomear pelo menos uma centena de opções de mídia, paralelo às quatro tradicionais aqui referidas. O fato é que hoje algumas mídias alternativas atingem milhões de pessoas, a exemplo das listas telefônicas ou do outdoor, concorrendo de igual para igual, no critério audiência ou índices de leitura, com os grandes jornais e até emissoras de televisão vice-líderes. E algumas delas são mídias básicas em campanhas específicas, atingindo o seu público alvo com eficiência, prescindindo por estratégia e custos, ou pelas duas opções, das mídias tradicionais.
Texto de Nelson Varón Cadena
www.almanaquedacomunicacao.com.br
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Mais um cliente BY EVIDENCE fazendo sucesso!!!!!
# Comemoração: Na quarta-feira, 19, no ambiente superior do Bar da Hora Steak House o empresário André Maggi recebeu sua família, o governador do Estado do Mato Grosso Blairo Maggi, Da. Terezinha Maggi Secretaria de Emprego trabalho e Cidadania, suas irmãs Ticiane e Beliza, bem como alguns parentes próximos e amigos para comemorar sua colação de grau no curso de Administração de Empresas pela Unic - Universidade de Cuiabá.
# Da Hora: Falando em Da Hora, o Bar vem sendo apotado como o novo ponto de encontro de Cuiaba. Aberto das 11h da manhã até às 4h da madrugada, ele oferece de segunda a sexta um estilo de rodízio com carnes nobres e selecionadas, além de pratos a La carte, e aos sábados e domingos, alguns pratos mais elaborados estarão inclusos no rodízio,entre ele uma saborosa bacalhoada.
por:
VALDOMIRO ARRUDA
www.diariodecuiaba.com.br
# Da Hora: Falando em Da Hora, o Bar vem sendo apotado como o novo ponto de encontro de Cuiaba. Aberto das 11h da manhã até às 4h da madrugada, ele oferece de segunda a sexta um estilo de rodízio com carnes nobres e selecionadas, além de pratos a La carte, e aos sábados e domingos, alguns pratos mais elaborados estarão inclusos no rodízio,entre ele uma saborosa bacalhoada.
por:
VALDOMIRO ARRUDA
www.diariodecuiaba.com.br
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
XX Münchem Fest terá chope feito em casa
A Femsa Cerveja Brasil está preparando sua unidade fabril de Ponta Grossa (PR), para a produção do chope que será servido na Münchem Fest, evento que acontece de 27/11 a 06/12, no Centro de Eventos Cidade de Ponta Grossa. A expectativa da empresa é que sejam consumidos, durante os dez dias da festa, 100 mil litros de chope, entre as variedades Kaiser e Xingu.
“A Münchem Fest é um evento de grande representatividade para as cervejas Kaiser e Xingu, pois retrata exatamente o perfil destas marcas que estão presentes nos melhores momentos da vida das pessoas”, explica Jorge Kowalski, diretor comercial da Femsa Cerveja Brasil.
O Xingu é um chope escuro tipo Premium de corpo médio, espuma cremosa e sabor equilibrado. Sua característica principal é a adição de açúcar, sendo produzido com três tipos de maltes importados (claro, torrado e caramelizado) e lúpulos trazidos dos Estados Unidos. Já o tradicional chope Kaiser é produzido para agradar as expectativas do consumidor, tem corpo médio e agrada a todos os paladares.
“Estamos nos preparando para atender aos foliões com muito chope direto da fábrica, para isso três tanques estacionários que funcionam como barris gigantes, com capacidade para cinco mil litros e duas carretas com capacidade para 25 mil e nove mil litros, serão utilizadas para atender a demanda da festa”, explica o gerente da planta Rui Gil Canesso Garcia.
O Beer Station

Um caminhão transformado em microcervejaria, uma inovadora ferramenta utilizada pela Femsa para incentivar à degustação das diversas marcas de chopes da cervejaria e que é a atração da Münchem Fest desde 2003, deverá novamente abrilhantar o Centro de Eventos Cidade de Ponta Grossa. “O Beer Station tem capacidade para dez mil litros de chope e já tem aprovação garantida pelo público consumidor” explica Garcia.
Fonte:
www.promoview.com.br
“A Münchem Fest é um evento de grande representatividade para as cervejas Kaiser e Xingu, pois retrata exatamente o perfil destas marcas que estão presentes nos melhores momentos da vida das pessoas”, explica Jorge Kowalski, diretor comercial da Femsa Cerveja Brasil.
O Xingu é um chope escuro tipo Premium de corpo médio, espuma cremosa e sabor equilibrado. Sua característica principal é a adição de açúcar, sendo produzido com três tipos de maltes importados (claro, torrado e caramelizado) e lúpulos trazidos dos Estados Unidos. Já o tradicional chope Kaiser é produzido para agradar as expectativas do consumidor, tem corpo médio e agrada a todos os paladares.
“Estamos nos preparando para atender aos foliões com muito chope direto da fábrica, para isso três tanques estacionários que funcionam como barris gigantes, com capacidade para cinco mil litros e duas carretas com capacidade para 25 mil e nove mil litros, serão utilizadas para atender a demanda da festa”, explica o gerente da planta Rui Gil Canesso Garcia.
O Beer Station

Um caminhão transformado em microcervejaria, uma inovadora ferramenta utilizada pela Femsa para incentivar à degustação das diversas marcas de chopes da cervejaria e que é a atração da Münchem Fest desde 2003, deverá novamente abrilhantar o Centro de Eventos Cidade de Ponta Grossa. “O Beer Station tem capacidade para dez mil litros de chope e já tem aprovação garantida pelo público consumidor” explica Garcia.
Fonte:
www.promoview.com.br
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