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terça-feira, 17 de maio de 2011

PETISCOS PARA ACOMPANHAR CERVEJA!

Quem não gosta de uma boa conversa, um “agito” aos finais de semana, ou até mesmo no final da tarde para esquecer o estresse do dia-a-dia, esquecer aquele chefe que pega no seu pé, ou aquela secretária que deixa tudo para fazer depois. Isso, o jeito é abstrair e curtir um momento com seus amigos/ou seu amor.
Uma boa maneira para curtir um final de semana relaxado ou um fim de tarde cansativo é tomar uma cerveja. Reúna os amigos em casa mesmo para um jantar ou os encontre em um “pub”, a dica está lançada, basta definir o lugar.

Porém para acompanhar a cervejinha e o bate-papo, cai bem comer alguma coisa, uns petiscos vão bem, porque comida pesada, amigos e “sessão de relaxamento” não combinam, já que é assim, então o jeito é “petiscar”.

Dicas para petisco

Muitas pessoas apostam nas “básicas” dicas, como as castanhas, os amendoins, salames, batatas-fritas, queijo, castanhas de caju, azeitonas recheadas, pepinos, salame com vinagrete picante (tomate seco, pimenta, alho, azeitona, salsinha, vinagre, sal e azeite), ovos de codorna, queijo provolone em cubos, iscas de filé, frango à passarinho, uma bela tábua de frios, croquete de salsicha, polenta frita, aipim frito com bacon é até um camarãozinho.
Sem dúvidas o queijo é o pedido preferido, queijo e cerveja é o “casamento” perfeito, queijos fortes bem maturados são uma ótima opção, vale apostar nessa dica. Porém existem receitas ótimas para fazer e tomar aquela cervejinha. Saiba mais e anote uma deliciosa receita sobre petisco de camarão:

terça-feira, 3 de maio de 2011

MAIS QUE CURIOSIDADE!!!

A mais antiga receita do mundo é de cerveja. Foi descoberta na Mesopotâmia, gravada numa placa de argila.

O Código de Hamurabi, rei da antiga Babilônia, continha leis sobre a fabricação e a comercialização da cerveja, além de deveres e direitos dos frequentadores das tabernas.

As mulheres do antigo Egito usavam a espuma da cerveja para hidratar e cuidar da pele.

O faraó egípcio Ramsés III era uma espécie de “faraó-cervejeiro”. Conta-se que, em uma ocasião, ele doou mais de 400 mil ânforas de cerveja ao templo do deus Amon.

O chamado “colarinho” ou “gravata” – a espuma – tem uma função importante: retém o aroma e evita a libertação do gás carbónico.
O álcool da cerveja resultada da fermentação do produto. Ele, portanto, não é adicionado à bebida durante o processo de fabricação. 

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