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segunda-feira, 6 de junho de 2011

" O CHOPE NO BRASIL"

O delicioso chope que se toma hoje em dia sofreu inúmeras transformações ao longo do tempo, mas você sabia que ele já tem mais de cinco mil anos? Os primeiros registros encontrados sobre o chope datam de pelo menos 5.400 anos atrás, quando os sumérios produziam a bebida para oferecê-lo à deusa Nina. Além disso, ele era utilizado pelas egípcias, que tinham a crença naquela época de que o chope era uma verdadeira fonte da juventude, e também como pagamento a trabalhadores.
A bebida possuía um sabor muito mais forte e uma coloração bem mais escura do que o chope que conhecemos hoje. Já na Idade Média, ele ganhou aroma e sabor mais parecidos com os do séc. XX, graças a monges católicos que produziam chope nos mosteiros.
Alguns séculos depois, os cervejeiros de Pilsen (cidade localizada na República Tcheca) foram responsáveis por um dos maiores avanços do chope ao descobrir a baixa fermentação, em 1839.

Dessa forma, o chopp ficou bem mais claro e suave comparado à época que foi criado, além de alcançar uma maior duração.

Já em 1876, Louis Pasteur publicou estudos ligados à fermentação de microorganismos, que resultaram na criação da pasteurização. Para quem não sabe, é a pasteurização que difere o chopp da cerveja. Ou seja, como os dois eram crus, não havia diferença entre ambos.

Nacionalmente falando, os brasileiros tiveram acesso ao chopp no ano de 1808. Ele veio da Europa para o Brasil através da família real portuguesa, que estava de mudança para o antigo Brasil-Colônia. Já a fabricação do primeiro chopp que se tem notícia no país aconteceu pela primeira vez apenas em outubro de 1836, quando um anúncio no Jornal do Comercio mostrava a "Cerveja Brazileira".

Fonte:www.misterbeer.com.br

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A FABRICAÇÃO DA CERVEJA/CHOPP

O primeiro passo da fabricação de cerveja/chopp é a recepção e o armazenamento do malte, adjuntos em silos e lúpulo em adegas.
Em seguida é realizada a trituração do malte. Depois, o malte moído é misturado com água e adição do adjunto (quando utilizado milho ou arroz) já préviamente cozido.
Após isso, há a clarificação do mosto que é a separação das cascas do malte e do cereal adjunto para se extrair só o mosto em forma líquida, mediante filtração.
Na cocção é acrescentado ao mosto o lúpulo e a High Maltose (quando esta é utilizada como adjunto cervejeiro) e é fervido a 100 C.
Em seguida, o mosto é encaminhado para tinas de decantação e depois resfriado com o auxílio de trocadores de calor.
O sétimo passo é a fermentação que consiste na transformação dos açúcares fermentáveis, em álcool e gás carbônico, pela ação do fermento. O tempo de fermentação varia conforme o tipo de cerveja.
Na maturação a cerveja fermentada é armazenada, a baixa temperatura e sob pressão, durante mais ou menos 15 dias dependendo do tipo de cerveja.
A filtração confere à cerveja aquela cor cristalina típica, o brilho, a transparência e o sabor característico. É nessa etapa que são adicionados os aditivos.
Nesse momento já temos a chamada cerveja crua, o chope, que já está pronto para ser embarrilado e distribuído, pois não é pasteurizado.
No engarrafamento as garrafas são lavadas por máquinas automáticas, e rigorosamente inspecionadas passando, depois de cheias, pelo pasteurizador.
A pasteurização tem por objetivo inibir os microorganismos nocivos a sua durabilidade e é feita a uma temperatura de 60º C por um período de 20 minutos.Após serem pasteurizadas as cervejas em garrafa são rotuladas.
Por fim, os barris de chopp, engradados plásticos com cervejas em garrafa e caixas de cerveja em lata ou long neck, são transportadas por esteiras para os caminhões de entrega na revenda.
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